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PARAÍBA EM RORAIMA

Em luta e defesa do diploma para Jornalistas Já

Wilson Barbosa Barbosa

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Sou uma pessoa que gosto muito de ler. Adoro trabalhar e também de me divertir. Atualmente a coisa que mais gosto de curtir é o meu neto, o Rian Tadzio.
Adoro também minha família, minha esposa Rosa e meus filhos Johann, Taynah e a gatinha Inaê.
November 18

BORRA DE CAFÉ: UMA HISTÓRIA INCOMUM NUMA PARAÍBA DESCONHECIDA

Nova produção cinematográfica retrata o Brejo paraibano do início do século XX

 

Em meio à mata espessa, cerca de 60 pessoas avançaram lentamente. Atravessaram morros e cachoeiras carregando mantimentos, material para acampar e muitos, muitos equipamentos. Pareceu uma operação de guerra, e foi quase isso. O objetivo: um antigo casarão localizado na zona rural de Matinhas, no Brejo paraibano. Lá foi montado um dos sets de filmagens de Borra de Café, curta-metragem do diretor campinense Aluizio Guimarães.

Foto: Franz Lima


O diretor campinense Aluzio Guimarães (ao centro) ensaiando com os atores Chico e João

Mais conhecido por suas produções teatrais (quem não se lembra de Água Areia e as Maçãs e Inferno?), o diretor, que também assina o roteiro, explica que o título faz referência à produção cafeeira do Brejo da Paraíba. “Pouca gente sabe, mas lá se produziu, no início do século XX, o segundo melhor café do país, perdendo apenas para São Paulo”, garante. É neste período histórico que a trama, dividida em duas fases, é ambientada. Na primeira, um caso amoroso que abala a sociedade de Bananeiras. Na segunda, uma relação familiar controversa, que promete causar polêmica.

Foto: Franz Lima

Cena de Antonio nas filmagens do curta-metragem Borra de Café que foi rodado na Paraíba

“Não são histórias reais, mas bem que poderiam ser”, observa Aluizio, confessando que muito do que escreveu foi baseado em causos e estórias contadas por pessoas da região. Aliás, uma das características da produção é justamente a de retratar o cotidiano dos habitantes do Brejo. “É uma região pouco valorizada por sua beleza e história. No filme, tento mostrar que a Paraíba não é apenas solo rachado, sol escaldante e mandacaru”, diz.

Realmente, nas cenas gravadas, o verde da mata e os rios caudalosos formam um cenário deslumbrante, por onde circulam os personagens Pedro da Mula (Napoleão Gutemberg) e Zé Tropeiro (João de Milton) com suas tropas de burros. São eles que “costuram” a trama, centrada inicialmente na paixão de Antônio (Francisco Oliveira) por sua prima Maria (Suelaine Lima), e depois no crescimento de sua filha Ana Beatriz (interpretada pela as atrizes mirins Iara Porto, com 4 meses, Sophia Vieira, com 1 ano, Júlia Dantas, com 4 anos, Iris Porto, com 8 anos, e pela atriz Rayanne Araújo, quando a personagem está com 15 anos).

Foto: Franz Lima

Antonio durante a filmagem do curta que retrata o Brejo paraibano no início do século XX

“As relações familiares na zona rural sempre foram muito pouco estudadas. O isolamento, a extrema religiosidade e os apelos da natureza muitas vezes causavam graves conflitos, com consequências inesperadas”, adianta o diretor, que, confessa, não imaginava as dificuldades que iria enfrentar para realizar o filme. “Felizmente, vários amigos apostaram na audácia da nossa proposta”.

O projeto é quase uma ação cooperada. “Todos os envolvidos são pessoas altamente capacitadas, experientes, muitos dos quais profissionais premiados, que aceitaram o desafio de fazer parte do filme abrindo mão de seus cachês”, reconhece Aluizio, que gravou as últimas cenas entre os dias 9 e 12 de outubro, em um casarão antigo de 1817, que pertenceu ao Coronel Eufrázio de Arruda Câmara, na Fazenda Sapé, zona rural de Matinhas.

Borra de Café está previsto para estrear em dezembro deste ano, com lançamentos em Matinhas e, também, em Campina Grande, João Pessoa, Olinda e Caruaru. Depois, participa dos inúmeros festivais de cinema no Brasil e no mundo (para tanto, será legendado em inglês, espanhol e francês). É esperar pra ver.

 Foto: Franz Lima


Ana Beatriz em frente da fachada da Casa

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Ficha técnica

Direção e Roteiro - Aluizio Guimarães

Assistentes de Direção - João de Lima Neto e Nycolas Albuquerque

Elenco - Rayanne Araújo, Chico Oliveira, Suelaine Lima, Napoleão Gutemberg, João de Milton, Iris Porto, Kaliuma Soares, Paulo Dantas, Sérgio Simplício, Hildit Nitsche, Renato Barros, Cléber Lima, José Sereco, Iara Porto, Júlia Dantas e Sophia Vieira.

Produção Executiva - Amazile Vieira

Direção de Produção - Luciano Mariz e Hingrit Nitsche

Assistentes de Produção - Luiza Areas, Giotto Braz, Ian Costa e Emmanuela Melo

Direção de Fotografia - Helton Paulino

Assistentes de Fotografia – Fabiano Raposo, Allancleryston Pequeno e Pablo Ferreira

Chefe de Iluminação e Maquinaria - Lúcio César

Assistente de Iluminação e Maquinaria - Pablito

Edição - Ely Marques

Continuísmo e Claquete - Filipe Brito

Direção e Edição de Som – Guga S. Rocha

Assistentes de Som e Microfonista - Aalison Vito, Ian Costa e Iélison Barbosa

Trilha Sonora - Aalison Vito

Direção de Arte - Fernando Rabelo e Thaïs Gualberto

Assistentes e Produtores de Arte - Luciana Urtiga, Paula Guimarães, Vanessa Nóbrega, Társila Moscoso e Fabiano Raposo

Cenotécnico – José Sereco

Figurino e Maquiagem - Iomana Rocha, Rebecca Cirino e Renato Barros

Assistente de Figurino e Maquiagem - Jonatha Medeiros

 

Diretor de Platô e Co-Roteirista - Nathan Cirino

Assistentes de Platô - Cléber Lima, Cícero Gomes, Sandro e Giotto Braz

Projeto Gráfico e Assessoria de Imprensa – Kennyo Alex

Still - Mainara Nóbrega e Franz Lima

Making Of – Franz Lima

Assessoria de Imprensa – Kennyo Alex

Assessoria Jurídica – Melina Costa

 

Realização

Studio Z Marketing e Produções

Pigmento Cinematográfico

Moinho de Cinema da Paraíba

Sétima Multimídia

César Filmes

 

Patrocínio

Prefeitura Municipal de Matinhas

UFCG - Universidade Federal de Campina Grande

FAVIP – Faculdade do Vale do Ipojuca

Montenegro Negócios Imobiliários

 

Apoio Cultural

Cultura Inglesa

Gênesis Comunicação Integrada

Rota Publicidade

Vitamassa / Café Aurora

Artexpress

Môlins Comunicação

Janeide Cabeleireiros

Revista “fome de quê?”

FK Filmagens

Pamonha de Ralo

Guê Cabeleireiros

Cine Cinematográfica

NPD/PB – Núcleo de Produção Digital da Paraíba

 

Contatos

amazilevieira@hotmail.com

(83)8819-2361 / 9972-0850

lucianomariz@gmail.com

(83)8858-0766 / 8841-9353

 

(Kennyo Alex – Assessor de Imprensa – kennyoalex@hotmail.com)

 

 



November 10

UM CANHÃO CONTRA UMA BALADEIRA

Os conselheiros do presidente Hugo Chaves (se é que ele ouve alguém) precisam alertá-lo que caso aconteça mesma “a guerra” anunciada por ele contra os EUA, ele entrará com uma baladeira e os norte-americanos com um canhão. Foi assim que os desajuizados militares argentinos provocaram milhares de mortes de seus cidadãos e uma hilária guerra contra a Inglaterra (Malvinas).

Não acredito que as pretensões dos EUA seja fazer qualquer guerra contra quem quer que seja na América Latina, mas não tenho dúvida que a presença militar americana na Colômbia, como em dezenas de outras nações, inclusive na América Latina, América do Sul e no Brasil não tenha apenas caráter humanitário, combate ao narcotráfico, etc. Serve sim para garantir a hegemonia militar dos EUA, contra a crescente ameaça da Índia, China, Rússia, etc.

A Venezuela nunca foi e nunca será ameaça aos EUA, por tanto ninguém além do próprio Chaves e de meia dúzia de seus assessores acredita que possa ir a uma guerra contra os EUA e muitos menos fazer cócegas no poderio militar americano. Chaves está seguro no poder, tem reeleição ilimitada e permanecerá no comando da Venezuela pelos próximos 200 anos, por que o povo venezuelano não demonstra poder de reação nenhum. Então não tem nenhuma lógica o seu discurso de guerra a qualquer preço contra os EUA.

A situação conflituosa entre Caracas e Bogotá pode gerar no máximo um desentendimento diplomático tupiniquim, ai novamente Chaves chamará os supra sumos da riqueza, da inteligência e da respeitabilidade internacional (Lula, Rafael Correa, Evo Moraes, Fernando Lugo, etc.) para discutir a crise e o cenário pode ser o quintal do Palácio Alvorada com Lula tomando umas doses e saboreando um churrasco ou no Palácio de Miraflores, com umas arepas de sobremesa.

O que os governantes chicanos não perceberam é que todas as vezes que eles tomam decisões como a desastrosa guerra das Malvinas a população de seus países pagam um preço muito alto, andam para trás e talvez nunca mais recuperem o fôlego, mas quem disse que esses governantes modernos de hoje querem ver as nações que eles comandam fortes? Ai a população teria maior poder de discernimento, melhores condições financeiras, não dependeriam de cesta básica e não precisariam de nenhum salvador, ou melhor de nenhum incendiador da pátria.

 

 

* J. R. Rodrigues

* Jornalista e advogado – jotar@technet.com.br


TREZE VENCE CAMPINENSE DE GOLEADA NO AMIGÃO: 3 X 0


Foto: Assessoria do Treze


O “Clássico dos Maiorais” começou quente no "Amigão"


Em clima de decisão, o Treze venceu o Campinense por uma goleada de 3 a 0 na tarde deste domingo (8). A vitória, conquistada durante a partida realizada no estádio “Amigão”, em Campina Grande, leva o time Alvinegro à liderança da segunda fase da Copa Paraíba. O placar contou com os gols de Pio, George e Nonato, todos marcados apenas no segundo tempo do jogo.

O “Clássico dos Maiorais” começou quente, com um chute de Manu que obrigou Israel a mandar a bola pra escanteio logo nos cinco primeiros minutos de partida. Em seguida, mesmo com uma saída ruim do goleiro Carlos, o zagueiro Jhonny perdeu a chance de marcar o gol, cabeceando por cima da trave.


Foto: Assessoria do Treze


Treze está um ponto à frente no placar de embates da Raposa


Depois dos primeiros lances, o jogo foi marcado por erros dos dois times até o final do primeiro tempo. Após o intervalo, o Campinense tentou o ataque com Baiano e provocou o contra-ataque do time adversário, que abriu o placar com gol de Pio aos seis minutos. Aproveitando as falhas do goleiro Carlos, George marcou 2 a 0 para o Alvinegro. O terceiro gol foi de cabeça do artilheiro Nonato, aos 28 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Treze está um ponto à frente no placar de embates contra o principal adversário, com a liderança de sete pontos no total. A última rodada da segunda fase da Copa Paraíba será decidida próximo domingo (15). Se o Treze mantiver a vitória sobre a Queimadense, parte para a partida final contra o Botafogo, vencedor da primeira fase da Copa. Resta ao Rubro-Negro ganhar do Botafogo e torcer pela derrota do Treze.


Foto: Assessoria do Treze


Se o Treze vencer a Queimadense, pega a equipe do Botafogo


Paraiba1

 


November 05

SEXO COMO SOBREMESA

WILSON BARBOSA

JORNALISTA

O cardápio do roraimense que é bastante variado ficou mais apimentado ainda com a briga de duas emissoras de televisão local, em disputar as cenas de sexo entre adolescentes feitas através de telefones celulares em educandários de Boa Vista. Boa parte dos roraimenses chega a casa por volta de meio dia, para almoçar. Posteriormente os pais deixam os filhos nas escolas e o casal segue para mais uma jornada de trabalho. Só que após o almoço os roraimenses têm mais uma opção como sobremesa, sexo. Isto mesmo, sexo. Cenas de garotas fazendo strip-tease que ao tudo indica ser numa sala de aula estão sendo veiculadas pelas duas emissoras de TV local, como se fosse à coisa mais natural do mundo, ou seja, como se fosse à exibição de desenho animado no horário de meio dia.

Tempos atrás uma emissora de TV local exibia quase que diariamente filmes pornográficos, isto por volta das 20h30 e ninguém em Roraima moveu uma palha para inibir e coibir este tipo de aberração no Estado. A pergunta que fica no ar é a seguinte. Porque até agora as autoridades ligadas a Vara e o Juizado da Infância e da Juventude, a Delegacia especializada ou até mesmo o Conselho Tutelar não tomam uma providência para dar um basta nesta situação e impeça de uma vez por todas a exibição do sexo como sobremesa em Roraima.

Será que as autoridades ligadas a Infância e a Juventude do Estado de Roraima vão ficar de braços cruzados, porque as pessoas envolvidas no sexo como sobremesa são pessoas da classe baixa e não tem muita importância, isto é, é apenas um fato corriqueiro na vida da população local. Enquanto isto os pais de família têm que aguentar esta baixaria, esta safadeza. Pois enquanto ninguém se posiciona a respeito deste assunto, a solução é os pais mudarem de canal ou até mesmo desligar o aparelho, para evitar que os filhos vejam as cenas dos adolescentes realizando o strip-tease em pleno meio dia.

Acredito que a briga pelas duas emissoras de TV local em que a cada dia apresentam novas cenas de sexo das adolescentes num educandário da Capital, pode estar resultando com que outras garotas estejam sendo induzidas a participar de novas filmagens através de celulares, e que as imagens serão veiculadas posteriormente. Estas cenas de sexo como sobremesa que vem acontecendo nos últimos dias em Roraima, ocorriam apenas nos grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro e recentemente em Belém no Pará, quando um vídeo em que dois jovens mantinham relação sexual com uma garota num educandário paraense, onde estudam pessoas da classe média, e que causou um tremendo alvoroço na cidade.

No vídeo apresentado ao meio dia desta quarta (04/11) uma garota fica se rebolando, enquanto um jovem passa a esfregar-se nas nádegas da adolescente. As cenas são observadas por outra jovem que está sentada numa cadeira. No outro vídeo uma garota levanta a blusa como para esconder o nome do colégio, e em seguida baixa o sutiã e fica alisando os seios. Depois a adolescente fica passando as mãos nos órgãos genitais. O que dá a entender é que estes fatos vêm acontecendo há tempos nos educandários da Capital. Só que as cenas de sexo que eram compartilhadas apenas entre os alunos dos estabelecimentos de ensino, agora deixaram de ser um brinquedo de luxo para os estudantes envolvidos e faz parte do novo cardápio dos roraimenses, que é o sexo como sobremesa em pleno meio dia.

Agora caso as garotas que vem participando deste sexo como sobremesa em Roraima, fossem jovens da classe média alta, ou seja, filhas de empresários ou de uma autoridade de renome no Estado, com certeza estas cenas não estariam sendo exibidas enquanto os pais de família estão almoçando com os seus filhos. Por enquanto estão sendo apenas exibidas cenas de sexo, com as garotas bolinando o próprio corpo, se esfregando no corpo dos colegas de salas de aula e fazendo strip-tease. Mais em breve podemos presenciar cenas de sexo explícito, ou seja, os alunos mantendo relações sexuais que deverão acirrar ainda mais a briga pelas duas emissoras de TV local para ver quem irá divulgar primeiro o sexo como sobremesa em Roraima.

 

November 01

SALÃO OVAL COMPLETA 100 ANOS DE DECISÕES E ESCANDÂLOS

 
Foto: AFP
Kennedy brinca com seus filhos em 10 de outubro de 1962, no Salão Oval, na Casa Branca
 
O Salão Oval da Casa Branca, que se pudesse falar revelaria os bastidores de grandes decisões políticas e também segredos de alcova, completa 100 anos neste sábado. Segundo dados do Escritório do Historiador, um departamento do Executivo americano, foi em 31 de outubro de 1909 que foi mobiliada a sala que veio a se tornar o escritório do presidente dos Estados Unidos. A construção do pavilhão de escritórios da Casa Branca, que mais tarde passou a ser conhecido como a Ala Oeste da residência presidencial, começou em 1902, durante o mandato de Theodore Roosevelt.
 
Até então, o escritório do chefe de Estado americano ficava naquele que hoje é o Dormitório Lincoln. Foi William Howard Taft, que governou os EUA de 1909 a 1913, que ordenou a ampliação da Ala Oeste e a transformação da sala do chefe de gabinete, que era um meio círculo, em um escritório presidencial totalmente oval. De acordo com o Escritório do Historiador, a decoração inicial, predominantemente verde oliva, incluía um piso feito com madeira importada das Filipinas, cortinas de seda e veludo e poltronas acarpetadas com pele de rena.
 
Em 1929, um incêndio durante o mandato de Edgard Hoover obrigou o governo a reconstruir totalmente a Ala Oeste. Franklin D. Roosevelt, o presidente seguinte, optou por uma reforma que desse espaço para mais funcionários. As mudanças de Roosevelt incluíram a transferência do Salão Oval para seu lugar atual, na quina sudeste, onde anteriormente ficava a lavanderia. Com a inclusão de grandes vidraças, além de vistas para o lado sul e o lado leste, o presidente também passou a trabalhar com mais luz natural.
 
A reforma, concluída em 1934, também deixou o escritório ligeiramente maior, com 60 cm a mais de comprimento e outros 60 cm a mais de largura. Também foi depois do fim das obras que a sala ganhou o brasão presidencial. Desde então, a estrutura do Salão Oval não sofreu nenhuma nova alteração. Só a decoração é que mudou, já que praticamente todos os presidentes, com exceção de Eisenhower, Jimmy Carter e Barack Obama – pelo menos, por enquanto –, trocaram as cortinas e os tapetes.
 
Fã de golfe, Eisenhower chegou a destruir o piso original do escritório. Por causa disso, o revestimento foi trocado por linóleo. Depois, quando Ronald Reagan se cansou desse material, foi colocado um parque igual ao instalado inicialmente. Fotos como a aquela em que o pequeno John Kennedy Jr. saía de entre as pernas de seu pai debaixo da escrivaninha Resolute – feita com a madeira de uma fragata britânica e dada de presente pela rainha Vitória da Inglaterra – ficaram eternizadas.
 
Com a chegada da televisão, as imagens do escritório ficaram associadas a alguns dos momentos mais solenes da história recente dos Estados Unidos. Do Salão Oval, o presidente Kennedy informou a nação da crise envolvendo os mísseis cubanos, Richard Nixon anunciou sua renúncia após o escândalo Watergate e Reagan falou da desintegração da nave Challenger. Também entre as paredes curvas do escritório, George Bush pai declarou guerra ao Iraque em janeiro de 1990. Em março de 2003, George W. Bush fez o mesmo, um ano e meio depois de falar ao país na noite dos atentados de 11 de setembro de 2001.
 
Mas além de ter testemunhado alguns dos momentos mais importantes da história dos EUA, o Salão Oval também foi palco de alguns de seus momentos mais escabrosos. Mais que às guerras ao Iraque ou à renúncia de Nixon, o escritório, para muitas pessoas ao redor do mundo, está associado à estagiária Monica Lewinsky e sua “relação imprópria” com Bill Clinton. Os detalhes dos encontros entre a estagiária e o então presidente foram publicados no relatório do promotor Kenneth Starr, que descrevia o que acontecia no Salão Oval durante as visitas da estagiária.
 
 
Terra

 

 
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