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PARAÍBA EM RORAIMAEm luta e defesa do diploma para Jornalistas Já
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July 05 PEDOFILIA - O MOMENTO NÃO É DE CHACOTASNão se pode desmerecer a ida de parlamentares federais a Roraima para tratar de um assunto tão delicado, sensível, e que merece, sim, toda a atenção e repercussão da imprensa, bem como o devido acompanhamento da sociedade com os funestos casos de pedofilia, que assola não só Roraima. Ainda que alguns políticos imbecis tentem misturar as coisas, aproveitando do período eleitoral que se aproxima cada vez mais, plantando denúncias suspeitas de que certas pessoas possam estar envolvidas na rede maléfica de pedofilia que toma o mundo, Roraima surge nesse triste cenário. Cabe
a imprensa manter o seu trabalho de bem informar, mas mostrar com
responsabilidade que a informação deve ser séria,
correta, justa, onde o senso comum é o de que se deve noticiar
o fato, e não o boato. Não é demais repetir que
a pedofilia marca profundamente famílias queestão sendo
destroçadas poresse ato infame, desumano, cretino, sujo. Algumas
pessoas da imprensa roraimense, certamente mais desavisadas e pobres
medíocres, podem até achar que em tudo os políticos
querem apenas o sabor dos holofotes gerados pela imprensa, mas a
realidade é que só aqueles que têm um filho ou
uma filha vítima de pedofilia é que sabem a dor que
passam. Sofre ainda os demais familiares e amigos que vêem suas
crianças sendo agredidas, dilaceradas em sua construção
como seres humanos. Sem
chacotas O momento não é para gracinhas, piadinhas, e muito menos para chacota. Não existe circo armado em Roraima , e muito menos palhaços estão na arena. Estes que são seres que vivem em dar alegria, e jamais devem ser comparados ou associados a cretinices e maledicêncicas da vida, do mundo cão. O caso é sério. Roraima é uma terra de guerreiros e que desde os tempos em que deixou de ser Território para se tornar Estado é marcado por acontecimentos que renderam muitas manchetes tristes nos grandes jornais da mídia nacional. Lembremos do fim do garimpo. Lembremos do caso dos gafanhotos. E agora, a pedofilia no seio da sociedade roraimense. Ou será que algém esperava que Carola, um bem-sucedido empresário, seria um bábarie, um pedófilo imundo? Complicado Roraima sendo parte do Norte tem sua característica, algo que ao que parece só o seu povo tem melhor compreensão em se tratando de meninas-moças que saem cedo de casa para se casarem. Ou ainda, de famílias que têm pouco ou nenhum pulso de sentimento familiar mais regrado, religioso para se impor para que suas crianças não avancem os sinais da vida antes do tempo. A caboquinha, bem como o caboquinho, cedo quer ganhar o mundo, e a menina-nova sempre foi o alvo de homens mais velhos, em muitos dos casos com a bênção dos pais. A própria cultura indígena nos mostra que sofremos com essas disparidades entre o que é certo ou errado em termos do que é ainda ser menina e o que é ser mulher. O índio e o caboco têm olhos bem diferentes a respeito disto. O Norte, bem como sua Amazônia tem suas nuances, suas crendices e diferenças em que o Nordeste tem o seu pé bem marcante em um povo misturado com tradições antigas, onde a menina-moça é criada para servir ao homem. Portanto, não é momento de palavras e discursos vazios sem o devido conhecimento de causa de como vive e pensa o povo amazônida. O momento é de cada um fazer a sua parte. Cabe a imprensa zelar pela credibilidade da sua informação, e jamais esquecer: existimos para informar e servir a sociedade, e não ao bolso e intersse político daquele ou de outro.
Marlen Lima (*) Jornalista http://www.agencianorteonline.com.br
July 03 FILME DENUNCIA TRIBOS QUE MATAM CRIANÇASDiretor adota menina sobrevivente e é acusado pela Funai e por antropólogos de “interferir na cultura do povo indígena”. Hakani
é um documentário de pouco mais de meia hora que chama
a atenção para uma triste realidade ainda vivida por 13
etnias indígenas no Brasil: o assassinato de crianças.
Crianças são condenadas à morte por serem
portadoras de deficiências físicas ou mentais, por serem
gêmeas ou filhas de mãe solteira. O filme conta a
história da primeira menina a sobreviver à prática
e traz ainda o depoimento de indígenas que são contra
essa tradição. Hakani é o nome da menina que
abriu os olhos dos índios suruwahas no Sudoeste do Amazonas
para o fato de que deficiências, sejam físicas ou
mentais, não significam uma maldição. Há
exemplos de crueldade contra crianças em culturas primitivas e
civilizações clássicas. No mundo
atual Não
fosse por um de seus quatro irmãos, Hakani teria sido
enterrada viva por não ter se densenvolvido bem aos 2 anos de
idade. Quando ela e um de seus irmãos mais velhos nasceram, os
dois não apresentavam anomalia, mas, com o passar do tempo,
ambos, por não crescerem como deveriam, passaram a ser motivo
de vergonha. A solução seria a morte das duas crianças.
Como os pais não tiveram coragem para matá-las, se
suicidaram. O filho mais velho foi, então, incumbido da
tarefa. Acertou a cabeça dos dois pequenos e os jogou em
buracos. A menina começou a chorar e foi salva por um dos
outros irmãos, que passou a cuidar dela. O outro não
teve a mesma sorte. Serviço
July 02 'LEI SECA' PODE SER QUESTIONADA NO STF , DIZ PRESIDENTE DO SUPREMOO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, disse nesta terça-feira (1) que a nova lei que proíbe o consumo de bebida alcoólica por motoristas, conhecida como “lei seca”, pode ser questionada no tribunal. “Pode ser que haja uma Ação Direta de Inconstitucionalidade sobre o tema. Eu sei que há um debate sobre essa desproporcionalidade da lei, o fato de não se ter contemplado um índice mínimo. Será, se chegar ao Supremo Tribunal Federal, devidamente apreciada”, afirmou Gilmar Mendes, em entrevista nesta terça. O presidente do STF voltou a defender a necessidade de uma “legislação mais rigorosa” sobre a questão. “Beber e dirigir são elementos incompatíveis, e me parece que se deve seguir nessa direção correta”, afirmou. Lei Nesta terça, entretanto, o diretor da Academia de Polícia Civil de São Paulo (Acadepol), Tabajara Novazzi Pinto, disse que motoristas que estiverem com dosagem alcoólica comprovada pelo bafômetro podem não ser presos caso não aparentem estarem embriagados e não ofereçam risco à população.
Mirella D'Elia Do G1, em Brasília
A VERDADEIRA FACE E INTENÇÃO DO CIRQuem ainda tinha dúvida sobre as reais intenções da ONG – Conselho Indígena de Roraima - CIR, não mais enfrenta esse dilema. Fundada por um grupo de estrangeiros e religiosos, a maioria de católicos que cooptaram indígenas e suas lideranças reais e bem intencionadas e os transformaram em soldados da segregação. Mais que um movimento em defesa dos direitos dos indígenas, usando farta somas de recursos, dólares de origem suspeita o CIR agigantou-se e hoje desafia tudo, todos inclusive o bom senso. Alimentado por dinheiro sujo captado por outras ONG’s mal intencionadas, que por sua vez arrecadaram muita grana em fontes diversas, uma delas o cartel das grandes mineradoras mundiais e as chamadas sete irmãs, que dominam a exploração mundial de diamantes, o CIR - alimentado por essa montanha de dinheiro, tripudia de todos e ataca ferozmente todas as instituições estaduais e nacionais, mas nunca tinha ido tão longe, como agora, quando zomba, faz pouco caso e faz ameaças ao STF, a mais alta corte de Justiça do país, uma das poucas instituições nacionais sobre a qual não existe nenhuma mancha. A primeira providência das duas lideranças do CIR na Europa foi levantar suspeitas sobre a atitude dos ministros do STF e rapidamente encontraram um ex-dirigente da ONU, atualmente dono de uma ONG que ameaçou de forma escancarada de levar o caso RSS do Sol a uma Corte Internacional de Justiça, caso o STF decidisse desfavoravelmente as ONG’s. Nos dias em que estiveram hospedados em hotéis de luxo, bebendo os bons vinhos e champagne européias, os líderes do CIR não pouparam críticas a todos aqueles que ainda vêem o Brasil, sobretudo a Amazônia, como parte de uma nação única. Sabemos quem pagou as milionárias contas do pessoal do CIR, sabemos os reais interesses do CIR e das ONG’s e instituições que financiam a divisão do país, mas o presidente Lula, mas preocupado em fazer duas doações sociais, parece não enxergar nada. Em nenhum momento da história do país, nossa soberania foi tão achincalhada e dessa vez de forma gratuita. Quando o Brasil é negligente em relação a crimes ambientais e de direitos humanos, até torcemos para que receba um puxão de orelha dos órgãos internacionais, mas agora a questão é outra, estão confundindo direitos humanos e direitos justos e até desrespeitados dos povos indígenas, com uma campanha clara para transformar essas comunidades indígenas em novas nações. Eu não sou pago por nenhuma ONG’s para defender a divisão do meu país. Nunca fiz viagens ao exterior, cursos, pós graduação, etc. pagos com dinheiro sujo de ONG’s, por isso sei o risco que o país corre se não houver uma forte reação dos brasileiros. Pouca coisa mudou no discurso radical e descabido dos líderes “europeus” do CIR, mas pelo menos eles pararam de falar que são apenas seis arrozeiros e já disseram que lutam pela retiradas dos colonos brancos. Quando eu li: “Estamos em uma missão diplomática. Queremos que o papa Bento XVI conheça nossa situação e possa nos dar apoio”, da coordenadora da Organização de Professores Indígenas de Roraima, Pierlangela Nascimento da Cunha, me lembrei de um fato interessante foi o Papa Pio XII que bateu o martelo e entregou de vez quase 2 milhões de hectares de terras que pertenciam ao Brasil para a Inglaterra, só que naquela época não tínhamos um sentimento de brasilidade que temos hoje, não havia as Forças Armadas comprometidas com a perseverança de manter o Brasil como um país unido e não tínhamos um Supremo Tribunal Federal, que certamente não se curvará diante de nenhuma ONG que sonham em construir novas ricas nações na América do Sul. Certamente a profecia maligna do ex-relator da ONU para os Direitos Humanos dos Povos Indígenas Rodolfo Stavenhagen, não se concretizará e qualquer que seja a decisão do STF ela não será motivo de mais achincalhe internacional, afinal o STF não é apenas guardião da Constituição, guarda mais que isso, mantém sob seu vigilante olhar a unidade da pátria e os nossos sonhos de continuarmos tendo o Brasil como uma nação única e forte.
J. R. Rodrigues * Jornalista (jotar@technet.com.br)
July 01 SITE CATÓLICO PORTUGUÊS MENTE DESCARADAMENTE SOBRE O BRASILÉ de impressionar a capacidade que este site português, supostamente católico, chamado Fátima Missionária, tem de publicar verdadeiras mentiras e outras tantas informações deformadas a respeito do que acontece atualmente na reserva indígena Raposa da Serra do Sol, em Roraima, Brasil, EM CAMPANHA INTERNACIONAL PARA RATIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO DA RESERVA EM TERRAS CONTÍNUAS. Só pela notícia do ataque aos ‘inocentes’ índios (ABAIXO), que segundo divulgado pelo site estavam em suas aldeias, e não invadindo propriedade particular, pode-se ter a mínima idéia de como se pode mentir impunemente, aos quatro ventos, para todo o mundo, sem que nenhuma autoridade brasileira tome nenhuma providência em relação ao fato, principalmente porque o material estará sendo utilizado para pressionar a ONU, outros organismos internacionais e a população mundial para aderir a campanhas que façam pressão para que esta reserva brasileira seja demarcada em terras contínuas – o que, como sabemos, contraria os interesses nacionais e põe em risco a soberania nacional e a integridade territorial do Brasil. É de chorar! Como se está
cansado de saber aqui no Brasil, os índios que não querem a permanência dos
produtores de arroz e de não-índios na região, exigindo a demarcação em terras
contínuas, são manipulados pelo CIR, ONG interessada em explorar as terras que
ficarão sob seu controle (o dos índios, teoricamente), caso a reserva venha a
ser homologada dessa forma. Os próprios líderes indígenas já confessaram isso:
querem explorar minérios para vender ao mundo e ao próprio Brasil; querem
explorar a energia de hidrelétrica que está programada para funcionar na
região, colaborando para retirar a independência do norte do Brasil da energia
fornecida pela Venezuela. Qual é a tradição tecnológica desses povos indígenas
para arcar com esse projeto? Nenhuma! As companhias estrangeiras é que vão se
beneficiar com isso e deixar migalhas para os índios.
Rebecca Santoro
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